IX Congresso Brasileiro e VII Congresso Internacional da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física

Página Inicial » Inscrições Científicas » Trabalhos

Dados do Trabalho


Título

O efeito de um programa de pilates nas capacidades motoras de estudantes universitários

Resumo (máximo 3000 caracteres com espaço)

Introdução: Pilates é uma importante proposta terapêutica e de exercício físico que busca trabalhar o controle da musculatura corporal, além de aumentar a flexibilidade, de fortalecer e melhorar o tônus muscular. Objetivo: Analisar o efeito de um programa de pilates nas capacidades motoras de universitários. Métodos: Estudo descritivo, quantitativo e transversal, que avaliou 18 universitários, de ambos os gêneros, divididos em dois grupos: G1 – grupo intervenção (n=10); G2 – grupo controle (n=8). Ressalta-se que todos os participantes foram classificados como sedentários ou insuficientemente ativos, pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ - versão curta), para serem incluídos na amostra. O G1 foi submetido a um programa de pilates 2 vezes por semana, por um período de 3 meses (24 sessões). Já o G2 ficou sem realizar nenhuma atividade física regular por esse período. Os dois grupos foram avaliados antes e depois do período de 3 meses pelos protocolos do teste de abdominal, flexão de braço (apoio) e o teste de sentar e alcançar (banco de Wells). Os dados foram analisados pela estatística descritiva e inferencial (testes de comparação) através do programa BioEstat 5.2, adotando-se o p<0.05. Resultados: A média de idade do G1 foi de 19,8±2,1 anos e do G2 de 20,4±2,6 anos. A massa corporal do G1 oscilou de 62,9±9,9 Kg para 63,2±9,4 Kg do antes para o depois do programa (p>0.05). Já no G2 a massa corporal foi de 54,7±7 Kg para 54,8±4,6 Kg (p>0.05). No teste de sentar e alcançar, o G1 aumentou flexibilidade de 20,7±7,6 cm para 29,7±6 cm (p<0.0001), melhorou a resistência abdominal (17,7±9 vezes vs 25,4±12,9 vezes; p=0.0108), e da flexão do braço (14,2±10,8 vezes vs 21±7,1 vezes; p=0.0372). Já o G2 não apresentou alterações significativas para os testes de abdominal (22,7±6,7 vezes vs 18±5,4 vezes; p>0.05), flexão do braço (14,3±8 vezes vs 14,1±6,6 vezes; p>0.05) e de sentar e alcançar (22,4±5,5 cm vs 23±7,5 cm; p>0.05). Conclusão: Conclui-se, conforme o método proposto, que o programa de pilates para universitários inativos foi positivo na melhora da flexibilidade e da resistência abdominal e de flexão do braço.

Palavras-chave (máximo 3)

Técnicas de exercício e de movimento, Destreza Motora, Estudante.

Área

Prevenção

Autores

Ana Nubia Barros, Sabrina Araujo Silva, Pollyana Olímpio Azeredo, Laura Beatriz G Silva, Fernanda Pereira Costa, Luiz Fernando Gouvêa-e-Silva